Bom dia!
Estava na "net" e encontrei um texto bem interessante da Professora Tereza Marta Ribeiro Mendes. O texto é um estudo da professora com especialização no Uso das Tecnologias na Educação. Vou mencionar alguns trechos:
"Os computadores nos desafiam a buscar ações inovadoras e a repensar o nosso papel de educadores no atual contexto”.
"Dessa forma, a configuração das escolas atuais pede laboratórios de informática, onde o computador não seja usado para fins de aprendizado operacional, mas como ferramenta pedagógica.
Atualmente, as crianças têm contato quase diário com o meio virtual. Elas participam de bate-papo privado, sites de relacionamento, absorvem e produzem algum tipo de informação. Por conta disso, se a escola não explorar as oportunidades que o novo meio oferece, ela se distancia da realidade do aluno, o que seria responsável pelo desinteresse e pelo déficit de atenção."
De acordo com Tereza, quando uma criança tem aula no laboratório de informática revendo um conteúdo que já aprendeu do modo tradicional na sala de aula ela se sente mais motivada.
“Alguns usos comuns do computador para ajudar no processo de aprendizado e de troca de informações são blogs; comunidades em sites de relacionamento com temas atrelados ao conteúdo dado em aula; portfólios virtuais em que os alunos possam arquivar seus trabalhos, sua produção escolar; trabalho em rede, através da qual os professores podem se comunicar com outras instituições de ensino para saber como tratam determinado conteúdo ou tema no momento; criação de sites e participação em chats e fóruns de discussão”, exemplifica.
"Além de explorar o uso e as informações oferecidas de forma abundante, o papel mais importante do professor treinado para trabalhar com a miltimidialidade e a interatividade que o computador e a internet permitem será o de direcionador. Em meio a tanta informação disponível, qual seria a ideal para o aluno? Em que acreditar? O que buscar, como buscar e por quê? “Dessa forma eles estão ensinando as crianças a serem críticas, além de alertar para os riscos que correm”, explica Tereza. "
"Isso não significa que vamos descartar os saberes que os professores possuem por sua formação, mas eles têm de acompanhar as inovações através de cursos de capacitação, de trocas com as pessoas, de cursos à distância, uma outra influência direta da tecnologia na educação”. Tereza argumenta que é preciso haver equilíbrio: assim como não haverá ainda uma escola em que o ensino seja mediado exclusivamente pelo computador, não dá para pensar uma escola sem essa máquina, convivendo em harmonia com livros, quadro negro e giz. "
Estes trechos foram retirados do site http://www.barbacenaonline.com.br/
Bjus e boa terça!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
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